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Um estudo de História dos negros revela que o Cristianismo na África poderia reflectir mais uma visão Adventista do Sétimo Dia do que anteriormente se imaginava, segundo um historiador adventista.
Bertram Melbourne, pastor adventista e Deão Interino da Escola de Divindade da Universidade Howard, em Washington D.C., declarou que a tribo Basotho, deo. Século XV da África meridional, adorava a um Deus chamado Molimo O Diatla Di Maroba Rammolobi, ou “Deus com cicatrizes nas mãos e Pai da salvação”. Alguns grupos até observavam o sétimo dia bíblico como dia de observância, declarou Melbourne em 9 de Fevereiro, numa conferência de fim de semana na Universidade Andrews, de propriedade adventista, em Berrien Springs, Michigan, EUA. Não foi senão até missionários europeus seguirem para evangelizar a África que a prática veio a ser abandonada, ele acrescentou. Melbourne uniu-se a 10 outros eruditos na conferência em celebração do Mês da História Negra, realizada cada mês de Fevereiro nos EUA. Sob o enfoque de povos e tradições da antiga África, o grupo apresentou lampejos obtidos durante mais de 15 anos de estudo sobre a observância do sábado na África. Oficiais da Universidade declararam esperar que a conferência afirmasse as raízes da observância do sábado e ajudasse a desfazer concepções erróneas a respeito da África, que os apresentadores declararam serem muitas vezes estereotipadas, sendo o continente tido como meramente um “campo missionário” dentro das tradições cristãs.
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